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The aim of life is appreciation; there is no sense in not appreciating things; and there is no sense in having more of them if you have less appreciation of them.


..........................................................................................................Gilbert Keith Chesterton
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Sétima Sinfonia, de novo

Ao escrever a mensagem abaixo sobre a Sétima e outras músicas, lembrei-me que a minha primeira audição ao vivo da Sétima de Beethoven foi em Coimbra, no Teatro Gil Vicente, no início dos anos 70 do século passado. Nunca me esqueci do nome da orquestra: Sinfónica de Bamberg. Nem me esqueci de certos pormenores hoje irrelevantes como o preço do bilhete (120$00, uma fortuna para um estudante a quem já custava pagar 12$50 por um bilhete de cinema).

Com vergonha confesso, no entanto, que já não sei o nome do maestro (se é que na altura liguei alguma coisa a isso; era muito jovem e o que eu queria era Beethoven). Haverá por aí alguém que saiba quem é que na época referida dirigia a Sinfónica de Bamberg? Ou melhor ainda, que saiba quem a dirigiu em Coimbra? É uma informação pela qual eu ficaria muito grato.

Entretanto, já depois de escrever a tal mensagem, pus-me a pensar se não seria possível encontrar um CD com a Sétima pela Sinfónica de Bamberg. E lá encontrei na Amazon.de este CD triplo que contém, além da sinfonia (dirigida por Leopold Ludwig), algumas composições menos conhecidas de Beethoven: Die Weihe des Hauses pela Sinfónica de Berlim, coro e cantores solistas, Christus am Ölberg, Opus 85 pela Filarmónica de Estugarda, coro e cantores solistas, Die Ruinen von Athen, Opus 113 pela Sinfónica de Berlim, coro, cantores solistas e narrador, e Fantasie für Klavier, Chor und Orchester, Opus 80 pela Filarmónica de Estugarda, coro, cantores solistas, e ao piano nada menos que Alfred Brendel.

Pronto, agora vou fazer uma busca na net sobre Leopold Ludwig. Com um pouco de sorte talvez descubra que foi ele que esteve em Coimbra há trinta e tal anos para abrir um ciclo da minha vida que havia de se fechar em 1998 no Teatro Rivoli, no Porto. Mas esta é outra história, que eu talvez conte um dia.

(Nota: alterei este post a 06/02/08, corrigindo a designação da Filarmónica de Bamberg para Sinfónica de Bamberg, que é a correcta).

2 comentários:

Range-o-Dente disse...

Meu caro:

http://en.wikipedia.org/wiki/Bamberg_Symphony_Orchestra

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José Luiz Sarmento disse...

Caro Range-o-Dente:

Obrigado pela sugestão. Na Wikipedia não aparece nada sobre as deslocações da Sinfónica de Bamberg, como é natural; e na lista dos seus maestros principais não figura Leopold Ludwig, pelo que este CD pode ser o resultado de uma associação mais ou menos acasional.

Na época que me interessa, o maestro titular da Sinfónica de Bamberg era Eugen Jochum. Teria sido ele quem se deslocou a Coimbra? É uma questão para que espero ainda encontrar resposta.