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The aim of life is appreciation; there is no sense in not appreciating things; and there is no sense in having more of them if you have less appreciation of them.


..........................................................................................................Gilbert Keith Chesterton
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domingo, 16 de agosto de 2009

José Sócrates não é Barack Obama

Um excerto dum artigo de Obama no New York Times: «We are already closer to achieving health-insurance reform than we have ever been. We have the American Nurses Association and the American Medical Association on board, because our nation’s nurses and doctors know firsthand how badly we need reform.»

Não seria bom que tivéssemos, em Portugal, um primeiro-ministro com menos autoritarismo e mais autoridade? Com autoridade suficiente para poder dizer sobre o Ensino e os professores o que Obama diz sobre a Saúde, os enfermeiros e os médicos?

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Demitiu-se o Ministro da Saúde

Não. Ninguém me fale em políticas mal explicadas. Não acredito em políticas mal explicadas.

Nestes tempos de spin doctors e assessores de imprensa não há políticas mal explicadas. Há políticas melhores e políticas piores; há políticas com que ganham uns e políticas com que ganham outros; e até talvez haja políticas, touch wood, com que ganham quase todos. Mas políticas mal explicadas, não há.

Quando um político diz publicamente que explicou mal a sua política, podemos ter a certeza de estar a assistir a uma exibição moral em que a modéstia é tão falsa como é monstruosa a soberba. Quando um jornalista, por seu turno, nos transmite, depois de devidamente glosada e ampliada, esta treta, a certeza que podemos ter é de que a preguiça se aliou com a corrupção. O jornalista não tem direito à voz passiva que é a defesa do burocrata: se alguma coisa foi mal explicada é porque alguém a explicou mal, e esse alguém foi ele.

Vão agora correr rios de tinta - rios de treta - sobre as políticas mal explicadas de Correia de Campos. O essencial, como sempre, vai ficar por dizer. Quem beneficiou dessas políticas? Quem saiu prejudicado? Quem estará ainda a beneficiar ou a sair prejudicado daqui a uma década ou duas? Assuntos interessantes para serem tratados por jornalistas de outra escola, se os houvesse, que não a do Palma Cavalão.

Não me falem em políticas mal explicadas. Se as políticas forem boas, explicam-se a si mesmas. Se forem más, não há compinchas suficientes em todas as redacções de todos os jornais para que as explicações se dêem lisas e inteiras.