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The aim of life is appreciation; there is no sense in not appreciating things; and there is no sense in having more of them if you have less appreciation of them.


..........................................................................................................Gilbert Keith Chesterton
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domingo, 6 de janeiro de 2008

Liberdade


Esta fotografia não foi tirada em Cuba, nem na República Dominicana, nem na Colômbia. Foi tirada na asseadíssima Suíça. O cartaz em castelhano deve-se ao facto de naquele bar se venderem havanos.

Que bom haver na Europa um país civilizado onde Bruxelas não manda!

6 comentários:

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Agora não podemos fumar com o café!!!
Bom Ano Novo :)

Moriae disse...

Gostei imenso do post! É assim mesmo!
Boa semana :)

dissidentex disse...

post: concordo absolutamente. E não sou fumador.

Off topic: nos dias que correm não é muito aconselhável ter a própria fotografia num blog.

Range-o-Dente disse...

Olhe que na Suiça a coisa fia muito fino há muitos anos. Mesmo em boates (e congéneres).

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José Luiz Sarmento disse...

Sim, na Suíça fia fino. Tanto assim que nas secções subterrâneas das estações de caminho de ferro não cheira a tabaco de noite: cheira a ganza.
Mas têm:
carruagens onde se pode fumar;
carruagens onde não se pode falar alto, para não incomodar os outros passageiros;
transportes públicos onde se podem levar animais e bicicletas (e armas automáticas carregadas, no caso de quem está a cumprir o serviço militar);
e sobretudo, uma sensação generalizada de que há sempre um espaço para quem esteja fora do rebanho.
Não sei explicar. Dá a sensação de que há menos regras do que aqui, mas que as que há são mesmo para cumprir. E uma pessoa sente-se mais livre.

Range-o-Dente disse...

"Dá a sensação de que há menos regras do que aqui, mas que as que há são mesmo para cumprir."

Parece que a malta se dedica a outras coisas que a reclamar em cumprir normas. Resulta, por isso, que quem cria normas se pode dedicar simplesmente a criá-las sem ter que armar um staff de 500 gajos (agências de comunicação) para aplacar os efeitos secundários.

Suponho também que passa pela política de referendos ... por dá cá aquela palha.

Já agora, quando foi da historia das acusações em relação ao ouro dos judeus, fizeram um referendo para decidir se seria o estado a pagar as indemnizações lançando impostos compensatórios ou se a coisa seria paga directamente pelo bolso de cada um. Venceu a segunda hipótese. Em poucos meses o assunto estava resolvido e esquecido.

Parece que a malta desconfia que sempre que impostos sobem, saba-se lá porquê, há dificuldade em que desçam.

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