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The aim of life is appreciation; there is no sense in not appreciating things; and there is no sense in having more of them if you have less appreciation of them.


..........................................................................................................Gilbert Keith Chesterton
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sábado, 24 de janeiro de 2009

Um General, para quê?

Não precisamos dum General. Se arranjarmos um General, tudo o que o inimigo tem a fazer para nos vencer é cortar-lhe a cabeça. Mortinho por que tenhamos um General, está ele.

A nossa força está em sermos todos Generais. Em conhecermos o terreno melhor que ninguém. E em possuirmos, finalmente, armamento eficaz. Chamem a isto uma mudança de paradigma, se quiserem.

3 comentários:

setora disse...

Como diz no outro post, o fogo "amigo" é o principal problema - aqueles CE que até dizem estar contra toda esta política mas que vão impondo tudo, muitas vezes de modo mais papista que o do papa, com falas mansas vão passando os perigos e as ameaças...
Foi este fogo "amigo" que impediu que os professores desde o início vissem o que estava a cozinhar-se.
Ignorar toda a tralha desde o início tinha sido a estratégia certa. A coisa morria sozinha.
Agora a firmeza e a força dos que se mantêm na recusa, os juristas e, não esqueçamos, o freeport (a visibilidade deste desgoverno) liquidarão o polvo.

quink644 disse...

http://porquemedizem.blogspot.com/2009/01/prmio-dardos.html#links

Isabel Pedrosa Pires disse...

Quantos generais somos?

Se 20% não entregarem são 30 000 e por aí fora...

Grande exército!