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The aim of life is appreciation; there is no sense in not appreciating things; and there is no sense in having more of them if you have less appreciation of them.


..........................................................................................................Gilbert Keith Chesterton
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sábado, 28 de janeiro de 2012

Em tempo de guerra todos somos keynesianos...

... e é por isso que inevitável é o keynesianismo.

3 comentários:

Diogo disse...

E somos keynesianos porquê?

Keynes levava em conta o desenvolvimento tecnológico exponencial que existe hoje? A robotização, a automação e a informatização (com que ele nem sequer sonhava)?

Então, porquê seguir-lhe os ditames?

JOSÉ LUIZ SARMENTO disse...

Diogo, já viu uma economia de guerra que não fosse keynesiana?

Diogo disse...

É evidente que em tempos de guerra são exigidos investimentos nacionais maciços em armamento. Mas não considero que esses investimentos estejam a ser feitos na economia. Estão a ser feitos na defesa nacional.

É como uma aldeia medieval que em vez de gastar os seus parcos tostões em sementes, bois e lã, é obrigado a gastá-los em arcos, lanças e espadas. A sua prosperidade não aumenta por causa disso, antes pelo contrário.